quarta-feira, 26 de maio de 2010

amor...


pela porrada que tenho levado ao longo da vida...

sempre mais do que aquela que dei... muito, muito mais...

por aquela que, vejo hoje, continuo a levar...

sei

que

o TEU AMOR é coisa mais importante, princesa...

amo-te.

terça-feira, 18 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Se te sentires insegura...






Pensa que, para mim, nunca houve ninguém como tu;





Lembra-te que nos conhecemos no mais improvável dos encontros, num dia que apenas o Destino poderia ter sonhado;





Recorda todas as vezes que me fizeste sorrir;





Pensa em todas as vezes que me fizeste rir;





Lembra-te que o meu maior sonho é ter uma criança que te chame “mãe”





Sabe que só contigo sinto paz;





Que só ao teu lado eu sinto forças para lutar por tudo o que nós sonhamos;





Aproveita e recorda todas as coisas que sonhamos;





Pensa que, tantas e tantas vezes, te digo que és a minha mulher;





Que seres a minha mulher não é um estado temporário;





Que é uma permanência;





Que por ser uma permanência inclui os dias bons e os dias maus;





Que inclui também os dias que teimam em ser simplesmente monótonos;





E recorda que nada é monótono ao teu lado;





Sabe que junto a ti sinto sempre uma espécie de fogo que sobe por mim acima;





Creio que é que chamam Paixão;





Não te esqueças NUNCA que deveríamos ser só um;





E, se não o somos, o NOSSO AMOR é;





E, por isso, quando te sentires insegura,





Sabe, uma vez mais,





Que te amo e amarei sempre;





Que te amei em todas as minhas vidas;





E que em todas as minhas vidas te amarei;





Até que deus nos retire do samsara;



E a nossa alma volte a ser uma apenas;



Amo-te.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sermos...


Amo a noite. Como tu amas a noite. Amo a cidade estrangeira. Como tu amas a cidade estrangeira. Amo os goles de tequilha, limão e sal. Como tu amas os goles de tequilha, limão e sal. Amo o calor que atravessa as ruas da cidade. Como tu amas o calor que atravessa as ruas da cidade. Os sons das calles que nunca dormem. Eu amo-os. Tu ama-los.

Agarro a nossa cumplicidade. Num brinde que é de sal e de fogo mas que poderia ser de sonho e de eternidade. Amo os inícios. Como tu amas os inícios. Amo os terrenos por desbravar. Como tu amas os terrenos por desbravar. Este desconhecimento do outro que é um horizonte sem fim de descoberta potencial. De sensações. De sentidos. De palavras que sabem a álcool, a tabaco, a pele, a suor e a infinito.

Somos feitos da mesma matéria de sonho e de ilusão. Somos feitos da mesma ferocidade que crava a libido nos dias, trazendo-os para o espaço sagrado da nossa união.

Somos uma mesma natureza. Sexual. Sensual. Intelectual. Visceral, é o que quero dizer. Uma natureza que vandaliza o mundo em nome do amor, da loucura, do sonho, das noites iniciais em cidades distantes, dos momentos que se propagam desde o presente real até ao sonho que se difundirá no tempo.

Somos a mesma história que nesse dia começou.

Somos a mesma alma.

E somos a mesma vida, tu sabes...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Prólogo



Houve uma noite numa cidade distante. Antes houvera um cumprimento desencontrado. Num local improvável. Numa cidade próxima. Palavras de circunstância. Um anúncio visto ao acaso. Uma resposta a um anúncio visto ao acaso. Um gesto de fogo. Uma sombra de água. Uma faísca caída ao acaso numa noite sem tempo. Sempre perto. Sempre longe. Sempre presente.
Houve uma noite numa cidade distante. A história escrevia-se. Por entre os acasos, as circunstâncias e uma força qualquer, uma força maior, feita do meu fogo e da tua água. Havia uma história que se escrevia. A ser escrita. Perto. Longe. Nesta cidade. Numa cidade próxima. Numa cidade distante.
Tudo é perto. Tudo é longe. Tudo é aqui. Tudo é todas as coisas.

Os anjos reescrevem a história.
Os dados lançados.
Os corpos atirados. Para uma noite próxima.
Numa cidade que enlaça os amantes.

A história começa.